PING PONG
STATUS
COMPLETE
VOLUMES
5
RELEASE
June 23, 1997
CHAPTERS
55
DESCRIPTION
Makoto “Smile” Tsukimoto and his friend Yutaka “Peco” Hoshino have been playing table tennis since they were kids, but as they enter high school, they find that the game has changed. Seeing potential in them that they themselves don’t fully realize, the coach recruits them for the school team. Bringing out their best will mean challenging the top players from rival schools in the summer tournament, including an ace Chinese exchange student who almost made the Olympic team. With the pressure on, can Smile and Peco take the heat and make it into the finals?
(Source: VIZ Media)
CAST

Yutaka Hoshino

Makoto Tsukimoto

Wenge Kong

Ryuichi Kazama

Manabu Sakuma

Jou Koizumi

Obaba

Kong no Coach

Ota

Kong no Haha

Michio Tamura
CHAPTERS
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REVIEWS

HagridLow
100/100Appreciate the life you're living, and live it to the fullest.Continue on AniList__Ping Pong by Taiyou Matsumoto__ The art style itself is something Matsumoto is known for, since it's so unlike the standard for sports mangas and mangas in general. But then again, pretty much every aspect of Ping Pong is like that - the characterization, the overall portrayal of the sport, the manga itself, even. If you've read anything by Taiyo Matsumoto before then you know to expect nothing less than absolutely superb art that gives off a level of energy like no other. Matsumoto's art is very unique - his lines are often wobbly, the scale of things can sometimes be unclear and his shading is minimal while his inking is high. You won't find many sketchy effects usually associated with manga in Taiyo Matsumoto's works either, but what he does offer is something totally fresh and just as interesting - that being outstanding line art. A huge amount of detail is put into every single panel and during the ping pong matches the energy behind his art perfectly catches the nature and pace of the game. If you're into sports anime like I am, don't expect the typical experience that most of these manga's give you. Every match that was played in this manga could be heard even though you're reading a manga book. ~~<img width='440' src='https://i.pinimg.com/originals/71/e6/11/71e611a7316a0802a18b159fc63e488b.jpg'>~~ Where as in most sports manga, a single match/game can last for several volumes, whereas Ping Pong finishes entire tournaments within single volumes. And the style is different, obviously, so that shows a lot in the matches as well. There's a lot of splicing, a lot of implied action, which is the opposite of what most people think of when they think sports anime/manga. Same with the characters; the story is less about their journey with ping pong and more about their personalities, and growing into themselves. A lot of sports anime has some element of that, because it's necessary in any media, but character development plays a much larger role in Ping Pong than most other shows of the same genre. The Synergy and charisma between the two main characters in Ping Pong is marvelous. I don't want to leave spoilers, but it's such a role reversal of most sports anime protagonists so it's really refreshing to watch and by the end of it, you don't even care who wins. You're just proud of how much they've grown.<center> </center><img width='440' src='https://pbs.twimg.com/media/DClQnveVoAAIONr.jpg'><center> </center>I could go on, but I feel like I'm already rambling so I'll leave it at that. This manga and show is criminally underrated, and I think everyone should read/watch it. It's got something for everybody. Plus, it's not too long, so you can read most of the manga in a day or two. Matsumoto is a genius when it comes to sending a message through art or storytelling, and yet again he did not miss with this Manga either. <center> </center>Give this a read ( or watch the 11episode anime ) you won't regret it trust me. __10 / 10 (Masterpiece)__~~~
SanToons
96/100Uma vida metódica não tem o seu verdadeiro glamourContinue on AniList___Introdução___ Estava pensando em possíveis leituras que eu poderia fazer por volumes e descobri que Ping Pong só tem 2 volumes e ainda tinham ótimas promoções, já que comentavam que ele era extremamente bem feito, então decidi comprar e aproveitar de conhecer outro mangá de esporte consagrado em qualidade.
Com relação ao que eu achei, considerei genuinamente bem feita, só que eu não considero que é perfeitamente de meu agrado já que a introdução inicial eu não fui tão fã mas eu sinto que o que mais me afetou no início foi para eu me habituar ao estilo visual, para quem odiou essa estética, eu acho totalmente compreensível, ele é muito fora do convencional e isso é estranho mesmo mas conforme fui me acostumando eu até comecei a valorizar mais ela.
Os personagens são bem desenvolvidos e tem dilemas simples mas que vão sendo bem ornamentados e direcionados na trama sem se desviar muito, é uma daquelas obras que foca e valoriza mais os principais só que ainda tem secundários que você pode se simpatizar pelas ocasiões que se encontram.
Tem outras coisinhas que valorizam a obra, mas outra coisa que eu diria é que essa estética eu considero mais agradável e bem ornamentada no anime, já que tem certas coisas que tu nota mais no mangá enquanto no anime além de ser mais natural a condução visual desse traço, ele ainda parece deixar certas partes de rosto e um pouco de anatomia mais bem feitos e consistente, mas não estou dizendo isso para dizer que o mangá é ruim e sim só que preferi essa estética no anime do que no mangá, mesmo os dois sendo bons.

___Personagens___ Praticamente a maioria dos personagens servem de degrau para que os principais tenham mais desenvolvimento, a gente vê seus dilemas e problemas de forma que é bom o suficiente para sentir alguma empatia mas ainda sim não sei se seria memoráveis pois o tempo de foco deles é muito mais contido em certos aspectos e em outros poderia ser mais abrangentes, o China, Dragon, Demon, Obaba e Koizumi refletem muito mais personagens que vão direcionando a superação dos dilemas dos personagens principais que é o Smile e Peco e outros retratam desafios que eles tem que se sobrepor pela sua falta de mentalidade que tem naqueles momentos ainda, são personagens que fazem bem suas funções enquanto Smile e Peco são os que mais se destacam.
___Makoto Tsukimoto/Smile___ No inicio ele é retratado com um garoto seco que poucas vez consegue rir, durante a trama ele vai fixando ainda mais essas características e isso é um dos princípios de queda e desenvolvimento do personagem, ele tem um ótimo talento que não valoriza pois vê mais como só um entretenimento e não algo mais sério a se levar mais longe, isso me lembra do Tsukishima de Haikyuu que também tinha essa mesma perspectiva e os dois usam óculos ainda.
Ele não é o personagem mais carismático possível então é tendencioso que um público não goste tanto pois pela própria Shounen Jump valorizam mais os protagonistas que tem maior carisma e isso deve ter acostumado mais o público, e até na sua perspectiva do que vai sendo construído é mais banal, não chega a ser algo glorioso como se espera, mas isso não é um defeito e sim só uma proposta fora do convencional, e respectivamente considero ela bem feita, tem até elementos de antipatia mas que são compensados com os momentos de empatia que ele retraz, mostrando que no fundo ele é alguém que tem uma compaixão mesmo que em sua casca não seja refletida.
É um bom personagem e a sua resolução não tenho nada a reclamar, eu só tenho maior preferência por outro rumo que poderia ter tomado mais por simpatização e preferência pessoal mas não torna necessariamente mal feito esse final e sim que acho ele muito bom, só acho que a partida final poderia ter sido muito mais memorável.
Smile sempre se comunicava e falava do "Hero" como o salvador, na minha primeira leitura eu não tinha visto como se fosse ele pedindo para buscar ser salvo pelo "Hero" pensando que ele quisesse se tornar, mas depois revendo pelo anime realmente parece que ele estava buscando ser salvo pelo Herói e buscando o Peco sendo essa salvação, alguém que tava entrando no âmago de sua insensibilidade e se tornando ainda mais um robô, eu acho que quando ele reage a derrota do Peco ele está com um teor de decepção por acreditar na possibilidade do Peco alcançar ele e é o que não aconteceu, partir daí o personagem acaba perdendo para o China por não querer que o China perdesse a chance de voltar para sua terra natal e que aquela partida era tudo para ele, deu para ver o quanto que o Smile se preocupou com isso só pelos closes de rosto dele, mesmo ele sendo alguém seco tinha como notar essa "reação" dele pelo direcionamento visual do mangá, e isso retratava um aprofundamento meio sútil dessa característica dele e a partir daí ele se tornou alguém "monótono" que fazia qualquer vitória que pedissem e ele alcançava o topo como se não fosse nada.
Suas interações com os colegas parece ter piorado no momento em que ele "aceitou" esse seu talento e não estava mais se importando com o que fizesse, uma mudança bem visível mas ao mesmo tempo não retraz nenhuma antipatia que seja além da conta com o personagem, ele só está fazendo partidas de treino então mesmo vencendo isso não acarreta de nada na vida de seus adversários diferente do que seria se fosse com o China, a gente só vai vendo que seus colegas começaram a achar ele chato e isso também implicava indiretamente no interesse dos outros jogadores do clube a participar, ele era sério e direto com o que pedia mas eram pontos que dava para ver que ele mudou para alguém menos complacente dos outros mas que não trazia antipatia além do necessário então funcionou bem.
Quando finalmente tivemos sua última partida com o Peco temos uma derrota que o faz finalmente perceber e reconhecer que agora ele foi "salvo" de seu ego a esse ponto da história o fazendo retornar para a "realidade" e vermos ele adulto, algo que eu gostei é que só na expressão de como ele se porta e reage aos acontecimentos nesse pouco período dele adulto que o vemos a gente nota que ele realmente mudou, de forma indireta e bem representada e que agora largou o Ping Pong como jogador profissional e se tornou professor e treinador, algo que eu não sou tão fã por gostar de ver os protagonistas tirando totalmente proveito de suas qualidades, tipo o cara que começou como jogador de Vôlei conseguindo se tornar um ótimo Jogador no futuro, pode ser com vários tipos de "futuro" mas que alcançasse aquela realidade que mais tirasse benefício de suas qualidades e que lhe trouxesse maior reconhecimento, pois eu gosto de ver eles se dando muito bem como pessoas baseado no que buscavam a princípio e que tinham talento, mas sei separar isso para entender que tem total sentido isso com o Smile, ele sempre sentia um certo asco do jogo como algo que não precisava se levar tão a sério, chegou num momento que ao "mundo" ele entra e começa a ser consagrado, mas a sua verdade mesmo não era essa, ela o fazia recair em sua melancolia e por isso que desistir de ser um jogador de ping pong tem sentido para que ele se tornasse alguém mais de boas como ele se tornou, então é um bom final para o personagem.
Algo que eu posso comparar que eu considero ter sido mal feito é a resolução do Midorya em Boku no Hero, eu não acho sem lógica o personagem se tornar professor e sim na maneira que isso é retratado, em Ping Pong o Smile era um campeão que era melancólico e quando vemos que ele desistiu de ser um jogador e virou professor temos todos os elementos na constituição mostrando que esse é o caminho correto e isso que fez bem para ele, alguém que é mostrado aberto e alegre por ter seguido esse caminho no lugar do Ping Pong, enquanto o Midorya é retratado como alguém que parece estar fingindo ser feliz mesmo tendo se tornado professor, mostrando que ele ainda tá se sentindo desconfortável por não ser um Super Herói, e isso acaba descredibilizando o valor que está sendo retratado nele se tornando um professor e por isso fica uma mensagem conflitante que desmerece parte desse seu valor, ao mesmo tempo que parece que quer retratar ser um professor como algo bom também fica mostrando o lado de ser um herói como o que realmente importa, além da incoerência de não encontrar seus amigos, e por isso que achei melhor o capítulo quando ele foi refeito, parece que o autor notou isso e quis remodelar ele para algo melhor na sua concepção.
E algo que eu "não gostei" é da última partida ser tão curta, eu não estou dizendo que ela é ruim por isso, mas que a partida anterior foi tão marcante e até duradoura com boas reviravoltas que eu gostaria que a última partida fosse boa nesse nível, que é o que eu não achei, ela ainda é uma ótima partida mas deu aquele gosto de "queria mais" exatamente pela anterior ter entregado bem mais que isso na partida, mas a questão de dilemas retratados na última foi muito bem feito mesmo e continuaria sendo uma das melhores partidas do mangá.

___Yutaka Hoshino/Peco___ Um personagem que eu não dava nada, mas a construção dele foi boa, conseguiu demonstrar bem aquele clássico "herói decadente" em que no inicio era muito bom em Ping Pong mesmo sem se esforçar mas quando acaba tendo a realidade batida na sua cara seu tanto orgulho que declarava já não vale de nada, personagem que parecia a principio ter um grande talento mas que na realidade lhe faltava mais e isso já é algo que é apresentado logo no inicio sobre sua falta de perspectiva e valores a ser seguido, seu orgulho era mimado e conforme a história progride a gente vai vendo ele demonstrando uma mudança de orgulho mais sútil.
Gosto mais do Smile do que ele, mas isso é por mais gosto pessoal e por me ver mais refletido no Smile, mas o Peco no que se propõe consegue ir muito bem e tem uma finalização que engrandece ainda mais o personagem de forma inesperada mas que é memorável.
A resolução dele é boa, ele era alguém intimista com seu próprio talento, no momento em que percebe que não consegue se opor ao seu oponente ele se sente incapacitado e pede sua vontade de continuar de tão frágil que ele se vê, quando decide cair da ponte e se afundar é como também uma reflexão e momento de profundidade mental dele, ele estar se afogando no raso pode também ser uma "demonstração" que seus dilemas eram mais rasos do que ele parecia estar mostrando, estava se afogando num mar bélico mas no fim das contas isso era só algo raso que nem na praia em que ele estava emergindo, nesse momento ele começa a ser alguém mais empolgado e esforçado.
Considero que nesse momento ele compreendeu as suas incapacidades e o quão raso isso era diante do mundo, por isso que finalmente decide tentar se esforçar de invés de se depender de sua fraca mentalidade, quando finalmente finaliza seu treino ele decide se ver como o "herói" que salvará o Smile, ele faz esse papel de retirar o Smile da escuridão em que ele se encontra e quando tem seu penúltimo adversário ele sofre pelo ferimento em suas pernas, os momentos do Smile ignorando ele é uma forma de mostrar o quanto que o Smile estava tendo expectativas internas sobre o seu "herói" mas se sentia decepcionado quando via que ele não estava tendo as devidas capacidades de tomar esse papel, quando finalmente o Smile entende que se ele jogar Ping Pong se divertindo ele volta ao seu antigo "eu" que os conectou mutualmente como amigos de infância, essa infância onde jogar ping pong era algo divertido e mais descompromissado era o que exatamente o Smile queria buscar denovo só que atualmente não conseguia mais ter essa percepção denovo de algo mais ingênuo, no final das contas o Peco consegue vencer o Smile exatamente tratando o esporte de forma mais divertida e ingênua coisa que o Smile tinha perdido, sendo um contra ponto em que o Peco era exatamente o que ele buscava, não somente um herói que vá ajudar ele a sair dessa vida depressiva como alguém que vá mostrar o valor do esporte como algo feito para divertir, e não é atoa que depois disso o Smile deixa de ser carrancudo e se torna alguém mais leve e meigo, diferente de antes pois através do Peco que ele viu esses valores que lhe faltavam.
Eu prefiro o Smile, mas o Peco também foi bem construído como alguém que se "opõe" em valores ao Smile para lhe mostrar a verdadeira alegria de viver.

___Arte___ Ela na introdução da história não me agradou, parecia meio confuso de forma que eu demorei para ter melhor noção do protagonista principal de fato, eu fiquei a esmo e por isso estava sentindo um certo desgosto, algo que poderia ser melhor perceptível se o design dos personagens fosse visualmente mais extravagantes e assim facilitar a compreensão dos personagens, só que depois quando o autor deixou as coisas mais bem destacadas com pouco elemento entorno dos quadros e só numa partida de ping pong eu consegui me "localizar" melhor, nesse momento consegui ver mais os valores visuais da história.
Algo que eu achei curioso são os balões de fala, que tem uma setinha com muita frequência quando normalmente é uma ponta solta, e eu não gosto tanto dessa escolha pois isso se destaca muito menos no direcionamento de quem é a fala, pareceu tentar algo não convencional e fez ser pior pessoalmente, num quadro entre 2 personagens em que tem mais detalhes do que o padrão, o fato de ser só uma seta se mescla mais ao traço que pode estar envolvido no meio do desenho e ficar mais complicado de perceber, seria melhor que fosse do jeito mais convencional em que a ponta do balão fica mais evidente por se conectar melhor ao balão de fala e ter um espaço em branco no meio que se destaca até em painéis com muito mais "sujeira" ou excesso de elementos, não que esse tipo de quadro vai ser um problema o tempo todo já que em outras histórias já usam, só que utilizam muito mais de vez em quando enquanto nesse teve momentos que ficou mais complicado pela ocasião utilizada, isso pode mesmo que pouco acabar "atrasando" um pouco a leitura se tu perder só alguns milissegundos para perceber.
Agora sobra a quadrinização, eu acho que ela não foi exatamente um problema desde o inicio e que provavelmente fiquei mais confuso por causa da arte, mas quando a arte do autor começa a ser muito mais visivelmente palatável em um certo momento da leitura eu começo a adorar a quadrinização desse mangaká, ele sabe muito bem direcionar a perspectiva de leitura durante as cenas de ping pong, utilizar ângulos muito bons que deixa com que a partida seja menos monótona e é muito bem feito isso, coisa que amplifica ainda mais o destaque na qualidade desse elemento nas partidas finais, especificamente na do Poco eu acho a melhor por ser mais abrangente, só que algo que eu posso achar meio complicado é as páginas onde tem quadros totalmente emaranhados com formas não tão ortodoxas que aparecem em alguns momentos com fundo preto, se antes a leitura era extremamente fluída quando eu chego nesse momento de quadrinização durante a partida eu tento continuar o ritmo e acabo me perdendo dentro dessa quadrinização, não ao ponto de ficar muito difícil de ler mas de travar uma parte do ritmo que eu estava tendo e por isso não gosto tanto assim desses momentos mesmo sendo ousado e diferente, então em geral eu acho muito boa tirando por alguns momentos que quebra o ritmo.
Em questão de arte, eu não achei ela tão boa quando se envolvia os quadros mais secundários que não eram o principal destaque, tinham momentos em que a anatomia ficava estranha mas quando era no destaque principal dos momentos em que precisavam dava para ver uma boa consistência na anatomia e perspectiva de forma que dava para ver claramente que o autor não seria um "amador" como uma certa quantidade de gente já pode ter dito ser, só que eu não me apego tanto a esses erros visuais em Haikyuu comparado com Ping Pong... eu considero que é pelo fato de a história me envolver tanto e por ser mais facilmente compreensível que eu não me atenuo tanto para esses erros, já que eu não fico tão focado em alguns painéis tentando compreender qual personagem é e ter melhor noção dos movimentos dele pois diferente de Haikyuu eu noto isso com muita mais facilidade enquanto em Ping Pong tem momentos que isso é meio confuso e me faz prestar mais atenção exatamente por eu precisar prestar mais atenção para compreender os quadros, também tem em One Punch Man que é outro que na webcomic tem um traço bem controverso em que eu dropei, não acho que foi só pela arte mas pelos momentos onde eu tinha que ler estar menos envolvido com o infodump em que estava tendo e eu achava muito chato e arte que já era complicada não ajudava a ter uma dinâmica visual que cativasse para compensar esse Infodump, tipo ter um gestual, perspectiva e dinâmica que fizesse com que compensasse essas informações, eu até acho melhor a arte de Ping Pong pessoalmente mas o One também tem momentos onde a arte dá um salto de qualidade da mesma forma que Ping Pong.
E algo que eu sempre estranhei durante a leitura eram os olhos, muitas vezes eram desconexos de um ter um pupila mais evidente ao ponto de deixar quase totalmente preto o olho enquanto a outra era normal a pupila, e tinha vezes que isso fazia parecer engraçado essa "desconexão" entre os olhos, pessoalmente não achava isso tão legal e só estranho de forma que eu não considerava ornamentar tão bem com boa parte dos momentos e que eu não via necessidade de serem daquela forma.
Eu acho que nos principais momentos e em alguns aspectos expecifícos a arte funciona bem, e eu compreendo totalmente quem não gostar da arte, ela tenta ser "suja" de forma que é muito fora do convencional que o público gostaria, e eu também senti esse desgosto no inicio mas conseguir começar a valorizar durante a leitura, só não é justo julgar como se o autor NÃO soubesse desenhar, pois aí é só desrespeito com ele.

___Finalização___ E essa é a minha opinião da história, ela é descomprometida de um jeito bem feito, sua arte é muito boa, a caracterização dos personagens consegue ser bem feita e eu acho a comédia episódica dela muito agradável, não chega a ter nada que eu consiga imaginar sendo ofensivo para alguém e todo o direcionamento dos acontecimentos e esse conjunto de qualidades me faz dar um 10 pois faz ser algo tão bem feito em sua proposta mesmo sendo simples que eu considero que merece essa nota.
Espero que tenham gostado da review.

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SCORE
- (4.25/5)
MORE INFO
Ended inJune 23, 1997
Trending Level 1
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